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Cigarros eletrônicos serão banidos em São Francisco

Todo mundo sabe que fumar faz mal à saúde. Por isso, os fumantes tentam de tudo para se livrar do vício. Gomas de mascar, adesivos e sprays nasais – todos têm o papel de repor nicotina sem que haja a queima de tabaco.

Agora, a bola da vez são os cigarros eletrônicos não só no Brasil, onde são proibidos pela Anvisa, mas também nos EUA. Os DEFs, ou Dispositivos Eletrônicos para Fumar, são os queridinhos do público jovem com seus novos aromas e sabores. São compactos e têm a facilidade de serem carregados via USB.


Em 2017, 2 milhões de alunos nos EUA declararam que fazem uso desses dispositivos. A agência FDA (Food and Drug Administration) considerou esses números epidêmicos, mas ainda não tem feito o suficiente para estudar seu impacto na saúde das pessoas.


Até hoje, a FDA não autorizou a venda de nenhum cigarro eletrônico. A agência só liberará as vendas depois que as empresas cumprirem o protocolo para a aprovação de seus produtos.


Diante dessa preocupação, a cidade de São Francisco, no estado da Califórnia, aprovou no dia 25 de junho uma lei que proíbe a comercialização, produção e distribuição de cigarros eletrônicos até que tenham a aprovação da FDA.


No entanto, nem todos estão animados com a notícia. Com sede em São Francisco, a startup Juul, a maior marca de cigarros eletrônicos do mundo, promete lutar para derrubar essa legislação. A empresa está coletando assinaturas para um plebiscito em novembro.



A prefeita de São Francisco tem 10 dias para assinar a legislação. Se assinar, a lei entrará em vigor no começo de 2020.

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